Agosto Lilás reforça a importância da prevenção e do combate à violência contra a mulher

Campanha nacional promove conscientização sobre os tipos de violência, direitos das mulheres e canais de denúncia disponíveis em todo o país

Durante o mês de agosto, o Brasil volta sua atenção para o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo enfrentamento e prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher. A mobilização faz referência ao aniversário da Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, um dos principais instrumentos de proteção aos direitos das mulheres no país.

A campanha busca ampliar o conhecimento da população sobre os mecanismos de proteção, incentivar as denúncias e fortalecer o debate sobre políticas públicas voltadas ao combate à violência de gênero e ao feminicídio.

A violência contra a mulher pode acontecer de diferentes formas e nem sempre apresenta sinais visíveis. A violência física envolve agressões como empurrões, tapas ou qualquer ação que cause dano ao corpo. A violência psicológica inclui ameaças, humilhações, manipulação e controle. A violência sexual ocorre quando há imposição de atos sexuais sem consentimento. A legislação também reconhece a violência moral, caracterizada por calúnia, difamação e injúria, e a violência patrimonial, relacionada à destruição de bens, documentos ou controle indevido de recursos financeiros.

Em Água Boa, mulheres que precisam de orientação ou atendimento podem contar com o apoio da Patrulha Maria da Penha do 13º Comando Regional da Polícia Militar. O contato para informações e suporte é (66) 98115-4534.

Além disso, denúncias podem ser feitas pelo Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, um serviço gratuito e sigiloso que oferece informações e orientações em todo o país. Em situações de emergência, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo 190.

O Agosto Lilás reforça que a informação e a denúncia são ferramentas fundamentais para romper o ciclo da violência e garantir que mulheres tenham acesso à proteção, segurança e seus direitos respeitados.

Redação: Hedianne Dutra | Liberdade FM

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